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Demerson Andrade de Carvalho, de 21 anos, foi encontrado em casa, numa favela em Calmon Viana, em Poá |
Na noite de ontem, foi preso em uma favela na rua Brasil, em Calmon
Viana, Poá, Demerson Andrade de Carvalho, de 21 anos, o Pôpo, um dos
acusados de participação na morte do policial militar Rodrigo de Lucca
Fonseca, de 28 anos. Pôpo, que morava em Poá, foi preso por PMs da
Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) da capital.
O tenente da Rota Silvio Rodrigo Pronestino explicou como foi a detenção. "Recebemos uma denúncia de que ele estaria no local e fomos para lá, localizando-o em um campo de futebol. A operação envolveu cinco viaturas do nosso pelotão e ele não ofereceu resistência. Na casa dele, encontramos alguns objetos que foram adquiridos com o cartão de crédito do policial, bem como o agasalho que ele usou durante uma dessas compras (a compra foi em um shopping de Suzano e foi gravada pela câmera da loja)".
O acusado e os objetos apreendidos foram levados ontem para a Delegacia Seccional de Mogi e, ainda conforme o tenente Silvio, o homem (que já tem passagem por tráfico de drogas) admitiu que, após a morte do PM, ele e outros três comparsas compraram carne para comemorarem o assassinato. "No entanto, ele nega ter atirado no policial. Diz que veio para Mogi com o intuito de roubar e que apenas usou o cartão e efetuou as compras, atribuindo o assassinato ao comparsa dele", frisou.
O delegado-seccional, Marcos Batalha, interrogava Pôpo na noite de ontem e afirmou que o acusado e o comparsa, que está foragido, foram os dois homens que abordaram o soldado Rodrigo de Lucca.
De acordo com o delegado, Pôpo também está envolvido no roubo de uma viatura e das armas de duas policiais civis da cidade, no dia 9 de maio deste ano, no Jardim Santos Dumont, em Mogi, tendo sido, inclusive, reconhecido no caso. "Ele nos contou que surpreenderam o PM quando ele estava distraído, ao celular, e que ele chegou a tentar sacar a arma, mas o comparsa dele foi mais rápido e pegou a pistola. Ele também disse que, ao descobrirem que era policial militar, resolveram matá-lo um tempo depois e que a vítima implorou para não ser morta, mas, no dia em que o mataram, mandaram ele correr e atiraram". Batalha pedirá a prisão do acusado pelo crime. As buscas aos outros suspeitos continuam.
O tenente da Rota Silvio Rodrigo Pronestino explicou como foi a detenção. "Recebemos uma denúncia de que ele estaria no local e fomos para lá, localizando-o em um campo de futebol. A operação envolveu cinco viaturas do nosso pelotão e ele não ofereceu resistência. Na casa dele, encontramos alguns objetos que foram adquiridos com o cartão de crédito do policial, bem como o agasalho que ele usou durante uma dessas compras (a compra foi em um shopping de Suzano e foi gravada pela câmera da loja)".
O acusado e os objetos apreendidos foram levados ontem para a Delegacia Seccional de Mogi e, ainda conforme o tenente Silvio, o homem (que já tem passagem por tráfico de drogas) admitiu que, após a morte do PM, ele e outros três comparsas compraram carne para comemorarem o assassinato. "No entanto, ele nega ter atirado no policial. Diz que veio para Mogi com o intuito de roubar e que apenas usou o cartão e efetuou as compras, atribuindo o assassinato ao comparsa dele", frisou.
O delegado-seccional, Marcos Batalha, interrogava Pôpo na noite de ontem e afirmou que o acusado e o comparsa, que está foragido, foram os dois homens que abordaram o soldado Rodrigo de Lucca.
De acordo com o delegado, Pôpo também está envolvido no roubo de uma viatura e das armas de duas policiais civis da cidade, no dia 9 de maio deste ano, no Jardim Santos Dumont, em Mogi, tendo sido, inclusive, reconhecido no caso. "Ele nos contou que surpreenderam o PM quando ele estava distraído, ao celular, e que ele chegou a tentar sacar a arma, mas o comparsa dele foi mais rápido e pegou a pistola. Ele também disse que, ao descobrirem que era policial militar, resolveram matá-lo um tempo depois e que a vítima implorou para não ser morta, mas, no dia em que o mataram, mandaram ele correr e atiraram". Batalha pedirá a prisão do acusado pelo crime. As buscas aos outros suspeitos continuam.











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