quarta-feira, setembro 02, 2015

REFUGIAODS SÍRIOS: Mortes, e desespero.

A imagem mostra uma criança de no máximo dois anos de idade




Corpo de criança refugiada afogada aparece em praia de resort turco

Uma imagem chocante, que ilustra o drama dos refugiados que tentam chegar à Europa a qualquer custo, chegou ao topo das edições online dos principais jornais do mundo e viralizou nas redes sociais nesta quarta-feira (2).
A imagem mostra uma criança de no máximo dois anos de idade, vestindo bermuda azul, camiseta vermelha e sapatos pretos encharcados, seu rosto pousado contra a areia das praias de Bodrum, na Turquia
Uma segunda foto, também dramática, mostra seu corpo sendo recolhido momentos mais tarde por um agente de segurança turco.

O- menino era provavelmente um dos cerca de 12 refugiados sírios que morreram afogados após seus botes afundarem próximo à península de Bodrum -- um balneário com resorts de luxo frequentados por praticantes de mergulho --  numa tentativa de chegar à ilha de Kos, na Grécia.
Pelo menos uma mulher e cinco crianças estavam entre as vítimas da travessia fracassada. Segundo o governo grego, eles fugiam do Estado Islâmico na Síria.
Kos tem sido o destino buscado por milhares de refugiados que tentam chegar à Europa. Apenas nesta quarta, 2.500 deles chegaram ao local a bordo de 60 botes e barcos precários.

ATENÇÃO!     IMAGEM PODE CHOCAR!









criança morta trazida pelas ondas.
 

HISTÒRIAS DAS GUERRAS: Baka, o avião-bomba kamikaze.


O "Ohka" era mais bomba do que avião; o aparelho carregava 1.200 kg de explosivos (Ilustração - Finemolds)



O desespero em reverter o quadro da Segunda Guerra Mundial levou o Japão a táticas radicais e suicidas. A primeira demonstração dessas ações foi a “Carga Banzai”, que consistia em um ataque frontal massivo de tropas em direção ao inimigo, gerando um violento e sangrento confronto, causando imensas baixas aos japoneses devido a configuração da ofensiva.
Nas poucas vezes em que deu certo, a ofensiva Banzai conquistou pouco terreno. Mas seu efeito psicológico sobre o inimigo foi devastador, pois os soldados japoneses atavam sem nenhum medo de morrer durante a ação, levando o inimigo muitas vezes a bater em retirada.
A partir da segunda metade de 1944, ficou claro para os Aliados que o Japão não teria mais como continuar progredindo nos combates. As perdas humanas e de equipamentos eram enormes e o país estava ficando sem suprimentos para alimentar sua indústria. Além disso, territórios conquistados na Ásia e Oceania foram retomados e os japoneses tiveram de se concentrar na defesa de seu espaço original. E para isso recorreram novamente a táticas suicidas: os pilotos kamikazes (que em japonês significa “vento divido”).
No dia 25 de outubro de 1945, os marinheiros a bordo do porta-aviões USS St. Lo, navegando a cerca de 400 km da costa do Japão, vizualizaram aviões japoneses se aproximando. Sem tempo para lançar os caças embarcados, a artilharia anti-aérea foi preparada. Mas algo inusitado aconteceu: os bombardeiros japoneses não lançavam suas bombas, mas sim voavam em direção ao navio no intuito de atingi-lo em cheio.

Após quatro tentativas frustadas, um caça Mitsubishi A6M2 “Zero” acertou o convés de voo do porta-aviões e uma de suas bombas penetrou na estrutura e explodiu no hangar onde ficavam as aeronaves e os reservatórios de combustível, gerando uma enorme explosão. Horas depois o navio afundou, matando mais de 140 tripulantes. Esse foi o primeiro de mais de três mil missões kamikazes que seriam realizadas mais adiante até a rendição do Japão.
Baka
Com a intensificação dos ataques kamikazes e com a analises dos resultados, os militares japoneses perceberam que esse tipo de estratégia demandava um meio com maiores performances, uma vez que os aviões usados eram lentos e carregavam poucas bombas, exigindo uma série de ataques para obter um resultado significativo.
A resposta para esse problema veio com o desenvolvimento de outra arma suicida: o avião-bomba Yokosuka MXY-7 “Ohka” (“Flor de Cerejeira”). O novo instrumento de guerra do Japão era uma bomba de 1.200 kg com asas de madeira, foguetes para propulsão e uma rudimentar cabine de pilotagem, que continha apenas o essencial para o piloto realizar seu voo mortal.

Foram construídas até mesmo versões de treinamento para o modelo de ataque suicida
Apesar do imenso potencial explosivo e a altíssima velocidade que podia alcançar, o Ohka era difícil de pilotar. Não só isso, os últimos pilotos japoneses, todos muitos jovens, recebiam pouca instrução e eram enviados aos combates com pouca preparação. Por isso, a nova arma não alcançou a expectativa que seus idealizadores planejaram: apenas sete embarcações foram atingidas pela arma japonesa e somente uma foi a pique.
Apesar de nunca ter conseguido um resultado expressivo, o Japão construiu mais 800 bombas voadoras Ohka até abril de 1945 e também trabalhava no desenvolvimento de versões que poderiam ser lançadas a partir de submarinos ou até de cavernas localizadas na costa. Com a rendição, os projetos foram abandonados e diversas unidades da Baka foram capturadas pelos países Aliados. Hoje, esses modelos estão expostos em diversos museus de aviação pelo mundo.
 Imagem de um navio dos EUA que foi atacado por kamikaze; era raro as missões suicidas obterem sucesso
 Imagem de um navio dos EUA que foi atacado por kamikaze; era raro as missões suicidas obterem sucesso

O Reichenberg era uma versão tripulada da devastadora bomba voadora V-1
O Reichenberg era uma versão tripulada da devastadora bomba voadora V-1


Foram realizados mais de três mil ataques kamikazes, mas somente 11% das aeronaves acertaram os alvos e outras 27% retornaram as bases. Segundo registros dos EUA, os pilotos suicidas conseguiram afundar 47 navios e deixaram outros 368 avariados. Cerca de 4.900 soldados aliados morreram com essas ofensivas, contra 2.525 kamikazes.


Kamikaze nazista
O desespero em reverter o curso da Segunda Guerra Mundial também levou a Alemanha a tomar medidas “kamikazes”. A primeira ação desse tipo foi lançada em abril de 1944 com o lançamento do esquadrão suicida “Sonderkommando ELBE”. Essa divisão foi treinada para acertar bombardeiros com o próprio avião.

A Alemanha estava sendo destruída por aviões americanos e ingleses, que voavam em enormes formações praticamente impossíveis de deter, fosse por artilharia em solo ou por caças atacando em grandes altitudes. Com essa nova estratégia, que mostrava um lado totalmente destemido dos pilotos, os alemães pensavam que os bombardeiros cessariam. Mas isso não aconteceu.
A única missão efetuada pela Sonderkommando Elbe, em 7 de Abril de 1945, com uma sortida de 120 Messerschmitt Bf-109, foi um enorme fracasso. Segundo relatórios norte-americanos, dos 1.260 bombardeiros aliados que voavam sobre a Alemanha neste dia, apenas 15 foram abatidos, sendo oito destruídos pela colisão suicida dos pilotos alemães.
No abate mais conhecido desse dia, um caça alemão colidiu de frente com o cockpit do bombardeiro B-24 Liberator “Palace Dallas”, dos EUA.
Os alemães também tentaram criar um avião-bomba semelhante ao japonês Ohka. Era o Fi 103R “Reichenberg”, uma versão tripulada da famosa bomba voadora V-1. A principio, foi estudada formas de utilizá-la de modo que o piloto pudesse se salvar antes de direcionar a arma para o alvo. No entanto, foi descoberto que era praticamente impossível abrir o cockpit com o objeto voando e, pior, o para-quedas do piloto (ou mesmo o piloto) podia entrar no bocal do motor a jato, que ficava bem acima da cabine. Decidiu-se então pelo ataque suicida.

terça-feira, setembro 01, 2015

CIÊNCIA: Estudo desvenda como veneno de vespa brasileira mata célula de câncer.


Toxina leva à formação de 'buracos' na membrana de células cancerígenas.
Mecanismo pode levar ao desenvolvimento de novas drogas contra câncer.

Uma pesquisa desenvolvida a partir de uma parceria entre a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade de Leeds, no Reino Unido, descobriu o mecanismo de ação da toxina, abrindo o caminho para o desenvolvimento de uma nova classe de drogas para tratamento de câncer. Os resultados foram publicados na revista científica “Biophysical Journal” nesta terça-feira (1º).
Nas células cancerígenas, existem dois tipos de lipídios que ficam do lado de fora da membrana das células. Em células normais, esses lipídios ficam localizados do lado de dentro da membrana. O que a toxina MP1 faz é interagir com esses lipídios que por acaso só estão "acessíveis" nas células cancerígenas.
O resultado dessa interação é a formação de “buracos” na membrana da célula cancerígena, mecanismo que acaba levando à morte das células.
“Uma terapia de câncer que ataque a composição lipídica da membrana da célula seria uma classe completamente nova de drogas anticancerígenas”, disse um dos autores do estudo, Paul Beales, da Universidade de Leeds. “Isso poderia ser útil no desenvolvimento de novas combinações de terapias, onde múltiplas drogas são usadas simultaneamente para tratar câncer ao atacar diferentes partes das células de câncer simultaneamente.”
Os pesquisadores puderam testar esse mecanismo de ação em modelos de membranas criadas em laboratório, que continham esses tipos de lipídio. A exposição dessa membrana à ação da toxina MP1, do veneno da vespa, revelou à formação de poros que, em uma célula de verdade, levaria à sua morte.
Segundo os autores, a toxina tem o potencial para ser um tratamento seguro contra câncer, mas mais pesquisas são necessárias para desenvolver um medicamento.

Vespa Polybia paulista tem veneno que contém toxina anticancerígena  (Foto: Mario Palma/Unesp) 
A ciência já conhecia as propriedades anticancerígenas do veneno da vespa brasileira Polybia paulista, que se mostrou eficaz em coibir a proliferação de células de câncer de próstata e bexiga, bem como de leucemia. O que não se sabia era como a toxina presente no veneno conseguia atacar seletivamente determinadas células de câncer, deixando intactas as células normais.


LOCAL: Bairro terá acesso gratuito a internete pelo wi-fi

Suzano ganhará nova unidade do programa Acessa São Paulo

Jardim Casa Branca Suzano
Suzano ganhará um posto municipal do programa Acessa São Paulo. Segundo informação da Subsecretaria de Tecnologia e Serviços ao Cidadão da Secretaria de Estado de Governo, que coordena o programa, o espaço ficará na Rua Getúlio Moreira de Souza, 180, no bairro Casa Branca. Ainda não há data prevista para inauguração. A instalação do da nova unidade será uma parceria entre a Prefeitura e o governo do Estado. O projeto ainda está sendo elaborado.
Esta será a terceira unidade do programa no município. Suzano conta ainda com outros dois postos do Acessa SP localizados dentro de equipamentos estaduais: um no Bom Prato e outro no Poupatempo.
O objetivo do Acessa SP é possibilitar que a população tenha acesso gratuito à internet, aumentando a inclusão digital. O projeto de lei para implantação da unidade municipal foi criado pelo executivo municipal em junho deste ano e aprovada pela Câmara no início de agosto.
Segundo a Prefeitura, a instalação do novo posto contribuirá para o desenvolvimento das ações de promoção de empregabilidade, desenvolvimento social, cultural e intelectual.
O novo posto terá nove estações de serviço ao cidadão e contará ainda com monitores capacitados para orientar a população no uso dos serviços de governo eletrônico, como realização de agendamento no Poupatempo, solicitação de segunda via do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), pesquisa do Título do Eleitor, registro de Boletim Eletrônico de Ocorrência, dentre outros.
O Acessa SP também disponibiliza, minicursos gratuitos a distância e a Rede de Projetos, iniciativa criada com o objetivo de estimular o desenvolvimento de projetos sociais.
REGIÃO
A região do Alto Tietê conta ainda com outros 16 postos do programa. Sendo cinco em Ferraz de Vasconcelos, quatro em Mogi das Cruzes, dois em Itaquaquecetuba, e um nas cidades de Poá, Salesópolis, Santa Isabel, Biritiba Mirim e Guararema. Nove são postos municipais e sete estão localizados dentro das unidades de órgãos estaduais como Bom Prato, estações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), nos Centros de Integração da Cidadania (CIC), dentre outros.
Os postos da região realizam, em média, cerca de nove mil atendimentos por mês.
dados: diário de Suzano.

quinta-feira, agosto 27, 2015

SUZANO: Entrega da estação é mais uma vez adiada e fica para 15 de janeiro.


      A entrega da nova estação de Suzano, da Linha 11-Coral da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), foi adiada novamente e acontecerá em duas partes. A primeira está marcada para 15 de janeiro de 2016. A obra completa deve ser entregue até dezembro do próximo ano. A operação do Expresso Leste (Luz – Estudantes) também sofrerá atraso, e tem previsão de início para o final de 2016. As informações foram divulgadas ontem pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), pelo secretário estadual de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, e pelo presidente da CPTM, Paulo Magalhães, durante entrega da Estação Ferraz de Vasconcelos (veja mais na página 6 deste caderno).
Segundo o presidente da CPTM, a obra da Estação Suzano é muito grande o que demanda mais tempo para conclusão dos serviços. A partir de 15 de janeiro, os passageiros poderão utilizar a nova estação. “Hoje a estação opera em um espaço provisório. Fizemos estudos e vamos antecipar a entrega de parte da nova estação, pois chegamos à conclusão de que assim atenderemos melhor os usuários. A estação que está sendo construída será usada parcialmente e a entrega total acontecerá até final do ano”.
Pelissioni completa que o atraso na entrega foi ocasionado por problemas técnicos. A promessa inicial da CPTM era entregar a estação no final de 2011, uma vez que o contrato de obras foi assinado em 29 de outubro de 2010, com duração de 15 meses. No entanto, a data foi adiada para dezembro de 2012. Depois para julho de 2013. Na sequência, ela foi programada para novembro de 2014. No entanto, um mês antes, o secretário estadual de Transportes Metropolitanos adiou a entrega que ficou para março deste ano. A previsão não se cumpriu e a nova data sugeria o início da operação em agosto de 2015 e posteriormente para dezembro deste ano.
A maior mudança, porém, será a entrega do equipamento em duas etapas. A primeira em janeiro de 2016 e a segunda em dezembro do mesmo ano. Entre as justificativas dadas pela CPTM para explicar os atrasos na entrega da obra estão a demora na desapropriação de alguns imóveis, problemas técnicos, demolição da passarela, entre outros. Além disso, o valor das obras da estação aumentou R$ 50 milhões desde a contratação da empresa, no final de 2010. Inicialmente eram previstos R$ 36,9 milhões. Mas já ultrapassou os R$ 86 milhões.
EXPRESSO E NOVOS TRENS
Alckmin também divulgou, no evento, que o Estado comprou 65 novos trens. Destes, 15 serão destinados à região. Além disso, a operação do Expresso Leste dependerá da chegada destes novos veículos. Conforme divulgado anteriormente, o Expresso Leste teria baldeação em Suzano, mas a promessa não deve se cumprir, tanto o secretário estadual de Transportes Metropolitanos, quanto o presidente da CPTM, informaram que estudos estão em desenvolvimento para detalhar o funcionamento.
De acordo com Magalhães, a princípio o Expresso Leste não funcionará em todos os horários. “Provavelmente vamos intercalar trens expressos com os não expressos. A Diferença é que os usuários de Suzano não terão de trocar de trem em Guaianazes”, pontua.
Pelissioni frisa que a operação do Expresso Leste em todos os horários dependerá da chegada de 15 novos trens. “Já recebemos o primeiro dos 15 trens que serão encaminhados à região. A primeira ideia era fazer o Expresso até Suzano, mas precisamos fazer uma obra que não seria viável, então o melhor é o expresso até Estudantes com uma parada em Suzano, ou seja, Expresso Suzano – Estudantes” detalha.
A deslocação do Expresso Leste até Mogi depende da conclusão das obras da passagem de nível na Praça Sacadura Cabral. A construção será realizada pelo Consórcio Viário Mogi, e tem previsão de duração de 24 meses. Os serviços começaram há duas semanas. Isso é necessário para que o Expresso Leste circule por Mogi sem estrangular o trânsito local com as paradas nas atuais passagens de nível que dividem a cidade.
O prefeito Paulo Tokuzumi (PSDB) e o deputado estadual Estevam Galvão particparam do evento, assim como outros prefeitos e deputados.

BRASIL: Pedido de intervenção militar cresce no país depois das manifestações por mudanças.

Vários grupo de manifestantes pede intervenção militar, e cada dia cresce mais nas redes sociais.

 O motivo é a onda de violência, e a desordem por quase todo país. pedem o fim da democracia. nas ruas o grito é, "Intervenção militar já!"

IMAGENS DOS PROTESTO EM SP, E RESTO DO BRASIL.

MANIFESTANTES SEGURA BANDEIRA BRASILEIRA EM ATO DE PROTESTO NA AVENIDA PAULISTA SÃO PAULO.

grupo de intervencionistas favorável segura cartazes com grito de ordem!

 

 TODOS SAÍRAM ÁS RUAS, JOVENS, IDOSOS, MULHERES, E HOMENS. PEDINDO MUDANÇAS JÁ!  A FALTA DE SEGURANÇA ESTAR EM PRIMEIRO LUGAR NAS REIVINDICAÇÕES POPULAR.

sexta-feira, agosto 21, 2015

BRASIL: FAB (Força Aérea Brasileira). compra caça US$ 5,4 bilhões (cerca de R$ 13,5 bilhões).

Conheça o caça sueco Saab Gripen NG comprado pelo Brasil.

- Na contramão da crise econômica e do esforço para aprovar medidas de ajuste fiscal, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, autorizou operação de crédito externo de até 245,3 milhões de dólares (R$ 853,7 milhões) para financiar a compra de 36 caças Gripen, aeronaves de combate fabricadas pela sueca Saab e requisitadas pela FAB (Força Aérea Brasileira). O total da compra deve ficar em US$ 5,4 bilhões (cerca de R$ 13,5 bilhões.



quarta-feira, agosto 19, 2015

BRASIL: Proposta de Emenda à Constituição (PEC) reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos

Com 320 votos a favor, Câmara aprova redução da maioridade penal em segundo turno
plenário da Câmara dos Deputados. -BRASÍLIA



Câmara aprova em segundo turno redução da maioridade penal

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou em segundo turno a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos na noite desta quarta-feira (19).
A PEC foi aprovada com 320 votos a favor, 152 contra e uma abstenção. Na votação em primeiro turno foram 323 votos a favor e 155 contra a redução da maioridade. O texto segue para o Senado.
De acordo com o texto aprovado em primeiro turno, a maioridade será reduzida nos casos de crimes hediondos – como estupro e latrocínio – e também para homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte.
Pela emenda aprovada, os jovens de 16 e 17 anos deverão cumprir a pena em estabelecimento separado dos adolescentes que cumprem medidas socioeducativas e dos maiores de 18 anos.
A sessão demorou para começar porque os deputados contrários à proposta tentaram não marcar presença para adiar a votação por falta de quórum qualificado. Na mesma linha de obstrução, os deputados contra a proposta pediram a retirada da matéria da pauta, negada pela plenária.
A votação teve início às 20h25 e, após uma hora, líderes de partidos contrários à aprovação da PEC, como Alessandro Molon (PT-RJ) e Jandira Feghali (PCdoB - RJ), pediam a Eduardo Cunha o encerramento da votação. O presidente, no entanto, garantiu que a votação seria encerrada apenas após o cumprimento do quórum necessário (308 votos).



Contrária à vontade do governo, a votação do segundo turno da PEC da maioridade penal acontece às vésperas da denúncia do procurador-geral da República Rodrigo Janot contra Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e e o ex-presidente e senador Fernando Collor (PTB-AL) por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras.
Deputados contrários a Cunha preparam um manifesto para pedir o afastamento dele da presidência da Casa assim que a PGR enviar o pedido de investigação ao Supremo. No entanto, o presidente da Câmara afirmou que não se afastará do cargo. "Não farei afastamento de nenhuma natureza. Voou continuar exatamente no exercício para o qual fui eleito pela maioria da Casa. Estou absolutamente tranquilo e sereno em relação a isso", disse.

Governo é contrário à PEC

Em nota divulgada nesta noite pelo Ministério da Justiça, o ministro José Eduardo Cardozo reiterou sua posição contrária à PEC e destacou que a medida não vai diminuir a criminalidade. "A redução da maioridade penal é para nós algo insustentável. Caso isso seja aprovado nós teremos um erro jurídico, um erro do

terça-feira, agosto 18, 2015

PETROBRAS: empresa pode pagar multa record.

BAHIA, 21/7/2011 - Plataforma P-59 ne BLG-2 que fica em Sao roque do Paraguaçu que seta em construçao que é sonda de perfuraçao de aguas rasas. Foto Agencia Petrobras <M> ***DIREITOS RESERVADOS. NÃO PUBLICAR SEM AUTORIZAÇÃO DO DETENTOR DOS DIREITOS AUTORAIS E DE IMAGEM***</M>
Plataforma P-59 da Petrobras fica em são roque Paraguaçu.


Petrobras pode pagar multa de US$ 1,6 bi para encerrar investigações nos EUA

 

INTERNACIONAL: Conheça o porta-aviões dos EUA que tenta derrotar o EI.

 Aviões de combate da Marinha decolam ruidosamente de um porta-aviões de propulsão nuclear que serve de apoio às tropas iraquianas que se aproximam de Ramadi, uma cidade da província de Anbar e que invadida por combatentes do Estado Islâmico em uma das piores derrotas da coalizão liderada pelos EUA.

Os voos de seis horas (ida e volta) fornecem cobertura aérea para as tropas iraquianas em terra, à medida que os pilotos de caça da Marinha e dos Fuzileiros Navais derrubam bombas em posições de combate do Estado Islâmico. Os pilotos norte-americanos destroem caminhões de grande porte, esconderijos de armas e matam combatentes. Nenhum alvo é pequeno demais: atacam até mesmo metralhadoras individuais.

No entanto, depois de dez semanas de campanha para retomar Ramadi, a cidade permanece sob controle do Estado Islâmico. Desde a queda da cidade, em maio, as forças iraquianas cortaram algumas rotas de reabastecimento no centro e avançaram para alguns subúrbios.

Na semana passada, em grande parte por causa dos ataques aéreos norte-americanos, as tropas iraquianas desmantelaram uma base de comando do Estado Islâmico. Elas retomaram a Universidade de Anbar, embora oficiais dos EUA não tenham certeza sobre a segurança de todo o campus.

Mas o coração urbano de Ramadi ainda é uma zona proibida, com combatentes do Estado Islâmico escondidos e ainda no controle da cidade, aparelhando bairros inteiros com explosivos.

A partir da pista de pouso do porta-aviões USS Theodore Roosevelt, é possível ver o maior paradoxo: não importa o quanto a campanha aérea dos EUA seja rápida, cara e avançada --e ela é tudo isso-- a guerra no Iraque continua sendo lenta e torturante.

Cerca de 65 aviões de combate --F/A-18 Hornets e F/A-18E Super Hornets armados com bombas teleguiadas a laser de 230 quilos, além de EA-18G Growlers para bloquear o radar inimigo-- cada um no valor de US$ 57 milhões. Eles partem um após o outro, lançados por catapultas, subindo para os céus do Golfo Pérsico, e rumam para suas missões no Iraque. Os F/A-18 podem viajar em até uma vez e meia a velocidade do som.

Mas eles têm de acompanhar a velocidade de seus parceiros em terra. No novo modelo dos EUA de fazer guerra, os parceiros não são soldados norte-americanos altamente treinados, com mais de uma década de experiência de combate no Iraque e no Afeganistão nos ombros, comunicando-se diretamente por telefone, em inglês, com os pilotos norte-americanos.

Eles são as forças de segurança iraquianas, que dizem para os seus comandantes iraquianos, em árabe, onde precisam dos ataques aéreos. Esses comandantes depois transmitem as informações para os centros de comando em Bagdá e Irbil, onde controladores norte-americanos então chamam os pilotos no ar, em um complicado telefone sem fio que pode acrescentar minutos cruciais em toda a empreitada.

Da cabine de seu caça F/A-18, alguns dias atrás, o capitão da Marinha Benjamim Hewlett, comandante da parte aérea do porta-aviões, disse que tinha assistido a um comboio de forças iraquianas avançar metro a metro, tortuosamente, por uma estrada nas imediações de Ramadi.

"Toda vez que você tem uma ameaça assimétrica como o EI, eles colocam armadilhas em tudo, e isso retarda o progresso", disse ele em uma entrevista a bordo do Roosevelt. Mas, acrescentou: "o oposto de lento e deliberado é rápido e descuidado, e então nem sempre as pessoas certas morrem." "Os iraquianos não estão interessados em destruir a Universidade de Anbar, e eles estão se colocando sob um risco enorme de modo a não fazer isso", disse ele.

O vice-almirante John W. Miller, comandante da 5ª Frota da Marinha no Bahrein, expressou algum otimismo. "Eventualmente, acho que teremos sucesso, mas não podemos ir mais rápido do que as forças de segurança iraquianas", disse ele.

Na enorme plataforma de vôo do Roosevelt --a Marinha gosta de descrever seus porta-aviões como 2 hectares de território soberano-- as coisas não parecem nada lentas. Mais de 5 mil marinheiros usando capacetes, óculos, coletes de segurança e camisas de cores diferentes (o melhor para descobrir quem está fazendo o quê) movimentam-se rapidamente entre os caças barulhentos.

Os marinheiros de camisas vermelhas são os que cuidam das bombas. Os de camisas azuis cuidam dos elevadores das aeronaves, enquanto os de camisas brancas trabalham na segurança. Os de camisa roxa cuidam do combustível, os de verde cuidam das catapultas que lançam os aviões no ar, e os de amarelo orientam os pilotos a pousar e decolar.

A temperatura no convés é de pelo menos 45ºC  e, com a umidade, a sensação térmica atinge os 65ºC. Para os aviadores, é seguir dali para o Iraque --não só para Ramadi, mas também para Beiji, onde as forças iraquianas e militantes do Estado Islâmico lutam ferozmente há meses, e Sinjar, onde a perseguição aos yazidis desencadeou os primeiros ataques aéreos norte-americanos um ano atrás, e onde os militantes do Estado Islâmico ainda lutam por território.

Nem sempre é um trabalho emocionante. Na quinta-feira passada, o tenente Michael Smallwood, 28, de Hilliard, Ohio, e o tenente John Izzo, 27 anos, de North Babylon, Nova York, decolaram em seus caças F/A-18 sob o sol escaldante um pouco depois das 16h. A sensação térmica tinha só começado a cair abaixo dos 60ºC. Depois do reabastecimento nos céus do sul do Iraque, os dois jatos seguiram primeiro para Kisik Junction, uma cidade a oeste de Mosul, onde as forças curdas lutaram contra os militantes do Estado Islâmico.

O comandante foi a Smallwood para fazer uma busca por militantes na região. Ele não viu nenhum, e quinze minutos depois, ele e Izzo precisavam reabastecer. Deixaram Kisik Junction para reabastecer, mas receberam uma ordem para ir a Beiji, ao norte de Ramadi. Lá eles procuraram novamente por militantes mas não viram nada antes de ter de retornar para o Roosevelt para fazer um "pouso preso", como se chama na Marinha --o gancho da parte de trás do avião se prende a um cabo e passa de 240 quilômetros por hora para zero em cerca de dois segundos.

Um dia frustrante? Izzo deu de ombros. "Às vezes é frustrante", disse ele. "Mas nunca é chato."

 Pilotos dos EUA fazem voos de seis horas (ida e volta) para dar cobertura aérea para as tropas iraquianas em terra. Eles destroem caminhões de grande porte, esconderijos de armas e matam combatentes

 Entre os que trabalham no USS Theodore Roosevelt, a equipe verde é responsável por cuidar das catapultas que lançam os aviões que apoiam as forças iraquianas contra o Estado Islâmico

 Os marinheiros do USS Theodore Roosevelt com a vestimenta vermelha são os responsáveis pelas bombas dos caças americanos que apoiam as forças iraquianas contra o Estado Islâmico

Porta-aviões dos EUA USS Theodore Roosevelt, no Golfo Pérsico, dá apoio às operações das forças iraquianas no combate ao Estado Islâmico. A batalha tecnológica contra o EI perde velocidade por causa do lento combate em terra