quinta-feira, outubro 23, 2014

FUTURO: A jornada para construir um elevador até o espaço.

space elevator (2)

A ideia de um elevador espacial parece ter saído de um livro sci-fi de Arthur C. Clarke – e saiu, mesmo. Mas há pessoas seriamente tentando construir um elevador para nos levar até o espaço: é um plano arriscado para criar um sistema de transporte viável entre o solo e um ponto de referência fora da atmosfera da Terra.
O elevador espacial não é apenas um devaneio steampunk. Se alguns incansáveis defensores desta ideia ​​conseguirem o que querem, ele sairá da ficção científica para ser construído no mundo real.

Um plano futurista (que surgiu há mais de 100 anos)

A ideia é futurista, mas também é bastante antiga: em 1895, o cientista russo Konstantin Tsiolkovsky elaborou uma proposta inicial para um elevador até o espaço, e este conceito básico ainda é usado em projetos atuais.
Ao longo dos anos, o entusiasmo com este projeto na comunidade de exploração espacial vem flutuando – às vezes aumenta, às vezes cai. Mas agora, alguns projetos de destaque estão trazendo o elevador espacial de volta ao foco. Eles vêm chamando a atenção de documentaristas e de sonhadores, tornando-se o tema de filmes como Shoot the Moon e Skyline.
O conceito básico, em 1895 e ainda hoje, requer um cabo ancorado se esticando até o espaço, capaz de transportar pessoas e coisas para fora do mundo. Tsiolkovsky imaginou este cabo ancorado à Terra. Os detalhes de seu projeto são totalmente inviáveis: ele queria que o peso fosse suportado na parte de baixo, enquanto planejadores modernos acreditam que ele teria de ser suportado por cima. No entanto, esta ideia de “um cabo saindo da Terra e chegando ao espaço” ainda é o conceito padrão para elevadores espaciais.
O plano mais aceito hoje envolve um ponto de ancoragem na linha do equador, com um cabo que se estende em cerca de 100.000 km acima da superfície da Terra, onde ele se ligaria a uma estação de contrapeso e orbitaria com o planeta.Conceito de um elevador espacial via Bruce Irving/Flickr
A ideia de um elevador espacial persistiu por mais de um século, porque seus defensores veem a engenhoca como um passo vital na expansão para além do nosso planeta. Ele poderia ser, no futuro, uma alternativa de baixo custo a foguetes. Alguns teorizam que, como este transporte alternativo iria reduzir drasticamente os custos de levar pessoas e objetos até o espaço, ele poderia democratizar as viagens espaciais.
Hoje, isso está começando a parecer mais crucial do que nunca. Em um cenário pessimista, o elevador para sair da Terra poderia ser uma rota de fuga em potencial: “use em caso de apocalipse global“, uma maneira de começar a colonizar outros planetas e se preparar para desastres. Em um cenário mais favorável, elevadores espaciais poderiam ser um meio para viabilizar a expansão da vida fora da Terra, e para transportar a civilização para lá e para cá.

Quem está tentando

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Mas primeiro, teríamos que de fato construir esse elevador. E não são apenas pesquisadores malucos se dedicando ao ambicioso projeto: o laboratório Google X desenvolveu recentemente planos de construir um elevador espacial; embora eles tenham descartado o projeto, fica claro que o conceito é uma ideia que até o Google considera digno de exploração.
A NASA ajudou a realizar um concurso para incentivar projetos de elevador espacial. Markus Landgraf, analista de missão na Agência Espacial Europeia, fez uma apaixonada TED Talk sobre elevadores espaciais, dizendo que eles fariam o equivalente a transformar uma estrada de terra em uma rodovia. Há uma conferência anual sobre elevadores espaciais dedicada à ideia; e neste ano, uma equipe de especialistas reunidos pela Academia Internacional de Astronautas concluiu que os elevadores espaciais poderiam realmente existir.
De fato, alguns projetos ambiciosos para transportar pessoas ao espaço estão em andamento.

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BRASIL: polícia brasileira prende Traficante da Colômbia suspeito de cerca de 250 homicídios


Marcos de Jesús Figueroa García, conhecido como Marquitos Figueroa

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Marquito Figueroa era um dos narcotraficantes mais procurados do país.
Governo colombiano chegou a oferecer US$ 250 mil pela captura dele.

grupo criminoso liderado pelo narcotraficante colombiano Marcos de Jesús Figueroa García, conhecido como Marquitos Figueroa, preso nesta quarta-feira (22) em ação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Nacional da Colômbia em Boa Vista, Roraima, é investigado em cem inquéritos e é suspeito de ter praticado 250 homicídios. Entre as vítimas, há autoridades colombianas, como juizes, promotores e políticos.
Vídeo divulgado pela Polícia Federal com o momento da prisão mostra uma movimentação de carros em uma rua residencial em Boa Vista e, na sequência, Figueroa aparece já algemado ao lado de um sobrinho, também preso, na casa em que vivia. O traficante veste uma camisa laranja

De acordo com a Polícia Federal, Figueroa era o criminoso mais procurado do país e havia cinco mandados de prisão contra ele, inclusive um da Interpol. O governo colombiano chegou a oferecer US$ 250 mil pela sua captura. Segundo o adido policial da Colômbia no Brasil, Narcizo Martinez Cubillos, dois agentes da polícia colombiana se infiltraram no grupo criminoso de Figueroa e, durante um ano, rastrearam as atividades do traficante.
"Isso permitiu ficar mais próximo a ele e nos permitiu estabelecer sua última morada, que foi em Boa Vista. Esse é um trabalho muito dispendioso e demorado e levou cerca de um ano", disse Martínez. "Eles recolhem a informação e vão enviando. Logo vieram as coordenadas e quando soubemos com exatidão o lugar onde eles estavam, estabelecemos contato com a Polícia Federal e recebemos o apoio para chegar a ele."

O traficante, de camiseta branca, embarcou em uma aeronave da Polícia Federal sob um forte esquema de segurança (Foto: Inaê Brandão/ G1 RR)
O traficante, de camiseta branca, embarcou em uma aeronave da Polícia Federal sob um forte esquema de segurança (Foto: Inaê Brandão/ G1 RR)

O chefe do tráfico e o sobrinho foram presos na noite desta quarta na casa em que viviam há aproximadamente três meses. Ambos foram transportados no avião da PF para São Paulo, onde vão aguardar o pedido formal de extradição do governo colombiano, que pode ser feito em até 60 dias. O mandado de prisão para fins de extradição foi expedido pelo Supremo Tribunal Federal.
Três carros de luxo e vários comprovantes bancários foram apreendidos na casa do suspeito. Os documentos vão servir de prova para investigações futuras de lavagem de dinheiro. Não foram encontradas drogas ou armas de fogo com os detidos. “Acreditamos que ele tinha a intenção de se esconder e buscar alianças, mas isso será investigado”, disse Martinez.
O adido disse que o suspeito entrou para o mundo do crime há mais de 25 anos, furtando veículos e contrabandeando gasolina, mercadoria e drogas da Venezuela. Segundo a polícia colombiana, Figueroa, que tem 47 anos, liderava o narcotráfico no norte da Colômbia e chefiava um grupo criminoso que atuava na fronteira do país com a Venezuela. "Ele está sendo investigado em homicídios [de políticos] porque um governador nossa da Guajira supostamente mandou assassinar outros políticos e o fez por intermédio dele", disse Martínez.
“A quadrilha é uma das poucas que restam na Colômbia. Antes havia oito grupos grandes, agora temos dois, graças ao trabalho que realizou nossa polícia”, disse Martinez. “Não houve resistência, tudo foi feito sem disparar um tiro. Foi um trabalho de cirurgião, muito bem planejado e muito bem coordenado."
O diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado da PF, Oslaim Campos Santana, disse que o colombiano chegou a fugir da prisão de forma “espetacular” em 2002, após conseguir explodir o muro de um prédio. Santana não deu mais detalhes da fuga do traficante, há 12 anos.

SUZANO: prefeitura aprende produtos piratiados na região central da cidade.

Galeria Frente Estação nova Suzano-SP

Galeria é fechada pela PM e 1,4 mil produtos são apreendidos

A Polícia Militar (PM) interditou ontem a Galeria Passarela, localizada em frente à estação de trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). A ação, feita em conjunto com a Prefeitura de Suzano, apreendeu mil mídias piratas, além de 400 peças de roupas (bonés, bermudas, camisetas e meias) que fazem apologia às drogas. A proprietária do box foi encaminhada para o Distrito Policial (DP) Central para prestar depoimento.
A ação ocorreu por volta das 13h40 e envolveu quatro viaturas da PM e um carro da fiscalização da Prefeitura. O cabo PM Augusto contou que ele e a cabo PM Janaína estavam voltando da Escola Estadual (EE) Professora Jussara Feitosa Domschke, no Jardim Portugália, quando viram dois ex-alunos do Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd) vestindo roupas com apologia ao crime.
"Todas as peças de roupas que os menores utilizavam continham a estampa da folha da maconha", disse Augusto. "Por conter essas imagens, quem vende e quem se veste dessa forma é acionado pelo artigo 287- indiciado por apologia ao crime- do Código Penal", explicou o PM.
Um dos menores que os policiais apreenderam, além de estar com a roupagem citada, possuía ainda um corte de cabelo no formato da folha da maconha. Após pegarem os jovens, os cabos pediram que eles dissessem o local que compraram as roupas. Os garotos indicaram a galeria. A PM foi até o local e fechou o portão de entrada. Cinco boxes foram vistoriados e fechados. A fiscalização da Prefeitura conferiu o alvará de serviço dos espaços.
"A proprietária do Box disse que sabia que as vendas eram ilegais, mas que vendia por questão comercial", afirmou o cabo. Segundo os fiscais da administração municipal, os produtos apreendidos foram levados para a Prefeitura. Os proprietários têm até cinco dias para apresentar a procedência da mercadoria, caso contrário, todas serão destruídas.

SÃO PAULO: facção usa transporte público para lavar dinheiro.

(dados estadão)  http://sao-paulo.estadao.com.br
O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,pcc-usou-vans-em-sao-paulo-para-lavagem-de-dinheiro,1581048O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,pcc-usou-vans-em-sao-paulo-para-lavagem-de-dinheiro,1581048O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,pcc-usou-vans-em-sao-paulo-para-lavagem-de-dinheiro,1581048denuncia ligando serviços municipal ao trafico.                       são Paulo- Vans que trabalharam como permissionárias para a Prefeitura de São Paulo foram usadas por integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) para lavar dinheiro obtido com o tráfico de drogas, segundo denúncia feita à Justiça contra duas pessoas pelo Ministério Público Estadual (MPE). A acusação diz que os suspeitos movimentaram cerca de R$ 1 milhão entre 2004 e 2007, quando foram presos.  A denúncia se deu como sequência de uma acusação de tráfico de drogas, em que seis pessoas foram indiciadas. Para o MPE, os acusados Geralda Jorge da Silva e Marcos Paulo Vidal de Castro investiam o dinheiro obtido com o tráfico em vans da cooperativa Cooperpeople para “potencializar” os ganhos com as drogas e para “dissimular” o dinheiro ilícito.    Advogado da dupla, o criminalista Adriano Salles Vanni argumenta que não há condenação contra eles por tráfico de drogas - assim, não haveria dinheiro a ser lavado. O Grupo Especial de Delitos Econômicos (Gedec) do MPE ofereceu a denúncia no dia 19 de setembro. Ela ainda não foi aceita pela Justiça.Segundo o texto, Castro foi um dos líderes do tráfico na favela de Heliópolis, na zona sul da capital. Ambos foram presos por tráfico em 2006, com mais quatro pessoas, após investigação que incluiu escutas telefônicas. Antes disso, em 2005, a casa de Geralda já havia sido alvo de um mandado de busca e apreensão, durante investigação sobre o assassinato de um policial militar. Depois da prisão, a Polícia Civil e o MPE identificaram depósitos de R$ 1.036.160,34 em duas contas - uma dela, do Banco Itaú, e outra dele, do Bradesco, com movimentações datadas entre janeiro de 2004 e novembro de 2007. “Os valores originários do tráfico foram dissimulados por meio de investimentos feitos em vans, que circulavam em linhas da Coopertranse no transporte coletivo alternativo, especificamente na linha da Vila Ema (zona leste de São Paulo)”, diz a denúncia. Coopertranse era o antigo nome da Cooperpeople, cooperativa que atua na zona leste.   A denúncia diz ainda que Geralda confessou trabalhar para Castro na Cooperpeople. Documentos da empresa foram apreendidos na casa dela. O texto diz que eles “se valiam de terceiros” para registrar os veículos sem aparecerem. Os nomes dos “laranjas” não constam na peça de acusação.Lotações.Essa é a primeira denúncia feita à Justiça em que há relação formal entre o PCC e as vans municipais. O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do MPE, e a Polícia Civil já fizeram diversas investigações do caso, mas sem chegar à fase de denúncias criminais. Em uma dessas investigações, flagraram o deputado estadual Luiz Moura (sem partido, ex-PT), que tem sua base nesse setor, em uma reunião com suspeitos de ligação com a facção Exigências mudaram em 2012, diz SPTrans  A São Paulo Transporte (SPTrans), empresa da Prefeitura que gerencia os ônibus e as lotações da cidade, disse em nota que um decreto de 2012 estabeleceu padrões técnicos e operacionais mais exigentes tanto para cooperativas de vans da cidade quanto para empresas de ônibus. “(O decreto) determina que cooperados e permissionários comprovem os mesmos padrões, incluindo apresentação periódica de atestado de antecedentes criminais”, diz o texto. O atestado chegou a ser exigido pela Prefeitura em 2004, mas depois a regra havia sido flexibilizada, Ainda de acordo com a SPTrans, o dois acusados citados pelo Ministério Público Estadual jamais constaram nos arquivos da empresa. Segundo a SPTrans, 289 vans foram apreendidas neste ano sendo operadas por motoristas não autorizados.

quarta-feira, outubro 22, 2014

CHILE: Fotos marcantes ou premiadas em concursos.

O chileno Francisco Negroni ganhou a categoria ambientes da Terra do prêmio Photographer of the Year, na edição de 2014. Ele capturou a imagem que batizou de "Apocalipse", no Parque Nacional Puyehue, no sul do Chile.Ele flagrou um evento raro: uma tempestade de raios provavelmente causada pelas descargas de eletricidade estática resultantes do choque entre rochas quentes, cinzas e vapor da erupção no complexo vulcânico
Puyehue-Cordón

segunda-feira, outubro 20, 2014

NOTÍCIAS LOCAL: 15 dias é o prazo.

(Ocupação) Parque Maria Helena, em Suzano



Justiça dá prazo de 15 dias para que moradores deixem local

Justiça dá prazo de 15 dias para que moradores deixem local
Moradores da ocupação no Parque Maria Helena, em Suzano, terão 15 dias para desocupar o local. De acordo com publicação feita no Diário Oficial do Estado (DOE), na última terça-feira, a Justiça determinou a reintegração de posse da área, que é pública. Agora, os ocupantes terão o prazo de 10 dias corridos após a publicação para entrarem com agravo judicial.
A advogada que trabalha em defesa dos ocupantes, Penina Alves de Oliveira, explicou a situação atual e crê em uma suspensão da liminar de reintegração. "A medida acabou não verificando o que a promotoria pediu, para que a Prefeitura ratificasse as datas da invasão, pois, ao contrário do que foi colocado no processo, a invasão ocupa esta área desde 2011. Agora, com o crescimento nos últimos meses, querem desapropriar. Apesar de a Prefeitura afirmar que a destinação seria uma praça, essa área estava extremamente abandonada", conta.
Segundo Penina, o agravo judicial será protocolado até o início da próxima semana. "Precisamos quebrar a liminar, para depois os moradores terem um tempo para se justificarem. Eles estão cientes de que a área é pública e que estão irregulares. Mas já que a Prefeitura não tem um plano social para dar moradia a essas pessoas, elas acabaram invadindo. Temos que questionar o que poderá ser feito em relação aos moradores, crianças, idosos e deficientes, que não podem ser simplesmente colocados na rua", completa a advogada.
Em pouco mais de um mês, a ocupação passou de 50 para 100 famílias alojadas no local. Os moradores, preocupados com a decisão judicial, afirmam não saber quais providências tomar. "É muito difícil para nós, não sabemos o que fazer. Temos crianças para cuidar, e não podemos ir morar embaixo dos viadutos da cidade. Aqui não tem nenhum bandido, somos todos cidadãos e exigimos que a Prefeitura faça com que tenhamos moradia de qualidade", diz a aposentada Divânia Pereira.
A Prefeitura de Suzano afirmou que a liminar foi deferida e que está adotando as medidas cabíveis para concluir o processo de reintegração de posse. Ainda segundo a Prefeitura, a decisão foi publicada pela juíza de Direito Mirian Keiko Sanches.

domingo, outubro 19, 2014

ESTIAGEM: São Paulo registra chuva neste domingo após tarde de calor intenso.

Chuva é registrada na região do Morumbi, Zona Sul de São Paulo, por volta das 21h30 deste domingo (19) (Foto: Eduardo Carvalho/G1)
Chuva é registrada na região do Morumbi, Zona Sul de São Paulo




Precipitação é efeito da chegada de uma frente fria à região Sudeste.
Previsão é que haja ocorrência de chuvas ao longo da semana, diz Inmet.

Depois de os termômetros marcarem 35,8ºC na tarde deste domingo (19), pontos das regiões Sul e Oeste de São Paulo sentiram o refresco da chuva à noite. A precipitação é resultante da chegada de frente fria.

De acordo com a Climatempo, a partir desta segunda-feira (20) a atmosfera deve ficar mais úmida e o ar quente e seco, que prevaleceu ao longo deste fim de semana no Sudeste e parte do Sul do país, perde força.
A tendência é que novas frentes frias estacionem sobre essas regiões e provoquem chuvas, mas sem grandes acumulados de precipitação.
Entre segunda e sábado, a previsão é que chova na Grande São Paulo entre 10 milímetros e 20 milímetros.
Nesta segunda, a previsão é de garoa o dia todo na capital paulista, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia, o Inmet. A mínima fica em 17ºC e a máxima não deve passar de 24ºC.
Para outubro, a meteorologia espera que o nível de chuva seja menor ou igual a 127 mm, média do mês em anos anteriores.
O total, segundo Vitor Kratz, meteorologista da Climatempo, não será suficiente para encher os níveis do reservatórios que formam o Sistema Cantareira, que opera com 3,6% da capacidade de abastecimento, segundo balanço divulgado pela Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo (Sabesp) deste domingo.