sábado, novembro 17, 2012

VIOLÊNCIA: Menina de 11 anos é estuprada e morta

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Uma menina de 11 anos foi estuprada e morta a facadas no tórax, na noite de quarta-feira, em Suzano.
O crime aconteceu dentro da casa onde a jovem Fernanda Moral residia, na Rua Beatriz Sebastião de Souza, no Jardim Novo Colorado. Parentes acreditam que o criminoso possa ser conhecido da família. Isso porque, a casa sempre ficava fechada e não havia sinais de arrombamento.
O corpo da jovem foi encontrado por volta das 21 horas pela mãe, Maria Aparecida Vicente de Souza, de 33 anos, e pelo padrastro, André Graciano de Souza, de 35 anos, que chegavam juntos dos respectivos trabalhos. Fernanda foi encontrada pela mãe embaixo da cama do irmão. Especula-se que, depois de ter sido ferida, a menina tentou se refugiar.
Desesperados, os parentes levaram a menina ao Pronto-Socorro (PS) Municipal com a esperança de salvá-la. No entanto, o médico que atendeu a família constatou que a garota já estava morta.
O corpo da vítima foi sepultado ontem à tarde no Cemitério Colina dos Ipês, no mesmo bairro citado, sob uma mistura de forte emoção e revolta de amigos e familiares. A Polícia Civil já investiga a autoria do crime.
Em conversa com o padrastro da adolescente durante o velório, que aconteceu no Centro, o DS apurou que a perícia teria encontrado material biológico embaixo das unhas de Fernanda. “Parece-me que encontraram fio de cabelo e pele”, observou Souza.
O padrastro e familiaresmenina também confirmaram que uma camisinha teria sido encontrada na casa. O material recolhido poderá ser essencial para a polícia encontrar o autor do crime.
Conforme a madrastra da adolescente, Daiane Ortiz Moral, de 26 anos, detalhou, Fernanda ficou em casa sozinha após a irmã de 15 anos ter ido para a escola. Isso teria acontecido por volta das 19h40. A irmã, inclusive, disse à reportagem que pediu a ela que trancasse o portão. Tanto é que só depois de tê-lo fechado com cadeado, foi embora.
‘CONHECIDO’ Familiares acreditam que o autor do crime conhecia a rotina da família. O pai da vítima, Fernando Moral, de 32 anos, reforçou ainda que há chances do criminoso ser conhecido dos parentes.
A justificativa do pai leva em conta o fato da casa onde a filha morava não ter sido arrombada. Quando a mãe e o padratro de Fernanda chegaram ao local, encontraram o portão e a porta abertos, sem sinais de rupturas bruscas.
“Não tinha como alguém entrar pulando. Tem um bar em frente e uma lanchonete também”, observou. Ao mesmo tempo, Moral acredita que o autor do assassinato da filha deve ter sido visto por alguém entrando na residência.
No entanto, uma ou mais testemunhas poderiam estar com medo de denunciar à polícia. Uma das tias da gatora, Cristiane Moral, clamou aos choros por justiça. “Que alguém ligue e denuncie à polícia”, destacou, em desespero. Segundo a mulher, a família está “destruída”.
181 Dados que possam ajudar a solucionar o caso podem ser repassados ao Disque-Denúncia (181).

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