quinta-feira, junho 19, 2014

PERIGO:Pipas causam desligamento de energia para 114 mil suzanenses.



Diário de Suzano ed.: 9855 - 19 de junho de 2014
Pelo menos 114 mil suzanenses foram prejudicados com a interrupção de energia elétrica em suas residências por causa das pipas na rede de fornecimento em 2013.
O número de ocorrências dessa natureza foi de 3.291 no ano passado. Deste total, 2.047 são em períodos não letivos - quando os estudantes estão em férias. Do total, 895 ocorrências foram referentes a pipas na rede elétrica.
Neste ano, o período de recesso escolar chegou mais cedo por conta da Copa do Mundo.
Por isso, neste mês será mais comum a presença das crianças nas ruas aproveitando o momento de descanso para brincar.
Empinar pipas é uma das brincadeiras preferidas. Não é por acaso que nessa época de férias o céu fica repleto das armações de madeira e plástico.
RISCOS Segundo a EDP Bandeirante, empresa concessionária de energia elétrica, mesmo uma brincadeira tão simples pode apresentar riscos para quem a pratica.
O Relações Institucionais da empresa, Marcos Scarpa, apontou dicas de cuidados que devem ser tomados na hora de brincar, permitindo assim, que se evitem acidentes graves com as crianças.
Scarpa diz que a preocupação da companhia vem desde o momento em que a pipa é adquirida. Segundo ele, a confecção indevida desses produtos pode apresentar matérias que conduzem energia.
"As rubéolas, em muitas das suas vezes, são feitas a partir de fitas cacetes e/ou VHS", disse o Scarpa
Esse material é condutor de energia e próximo a um fio elétrico que esteja desprotegido pode ocasionar em um choque.
Scarpa lembra também de um produto muito comum na mão dos adeptos da brincadeira, o cerol. A mistura de pó e vidro pode danificar os fios condutores de energia e por isso não é recomendável a utilização.
"Pedimos para que as pessoas não utilizem o cerol, ou linhas importadas, o contato delas nos fios pode cortar a danificar a rede elétrica", lembrou.
Scarpa faz ainda uma ressalva, "evitem empinar as pipas próximas a estradas, essas linhas mais grossas e com o cerol podem ferir motociclistas".
Para evitar problemas, Scarpa sugere então, alguns cuidados a serem tomados.
"Empinar pipa em lugares abertos, longe de redes elétricas, não invadir Estações de transformação de energia. Evite jogar coisas sobre os fios, os ditos ?lança-gatos??, sugeriu.

segunda-feira, junho 16, 2014

NORDESTE:último cangaceiro do bando de Lampião é sepultado em Maceió.




Está sendo velado em uma das capelas do Cemitério Parque das Flores, no bairro do Farol, em Maceió, o corpo do último componente do bando de Virgulino Ferreira da Silva, o "Lampião", na manhã desta segunda-feira (16). Ele morreu neste domingo depois de ter complicações respiratórias em casa, no bairro do Salvador Lyra, região localizada na parte alta de Maceió.
José Alves de Matos era conhecido entre os companheiros como "25". Ele tinha 97 anos e estava na companhia dos netos quando sentiu falta de ar e foi socorrido imediatamente até um hospital particular da cidade, mas não resistiu e morreu.


Em entrevista ao TNH1, o neto de José Alves, Clayton Matos, disse que foi criado como filho por '25', e que a morte deixou toda a família abalada. "Meu avô fez parte da história do país e foi um grande pai para todos nós", lamentou Clayton. Ele deixa seis filhos e 16 netos.
No ano passado, um colega da 'volante', conhecido como "Candeeiro" também faleceu. Ainda segundo Clayton, '25' e Candeeiro eram muito chegados. "Meu avô vivia de memórias e merece ser homenageado por participar da história do Cangaço", concluiu o neto.
Confira reportagem com mais imagens do cangaceiro.
 O cangaceiro compôs o grupo liderado por Lampião que atuou entre os anos de 1922 e 1938, quando a volante foi capturada e a maioria de seus componentes degolada. Eles costumavam invadir várias cidades do interior nordestino, praticar saques e enfrentar a polícia local. Conhecidos por sua valentia, até hoje os fatos geram polêmica. Enquanto alguns consideram Virgulino herói, para outros ele foi um vilão sanguinário.

domingo, junho 15, 2014

INTERNACIONAL:Radicais islâmicos postam fotos de execução de soldados no Iraque.

Uma imagem enviada em 14 junho de 2014 no site jihadista Welayat Salahuddin supostamente mostra militantes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL) durante uma execução de dezenas de membros das forças de segurança iraquianas capturados (Foto: AFP Photo/HO/Welayat Salahuddin)
Imagem supostamente mostra militantes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL) durante execução de dezenas de membros das forças de segurança iraquianas capturados

Radicais disseram no Twitter que mataram 1.700 soldados iraquianos.
Funcionários do governo iraquiano lançaram dúvidas sobre execuções.

Fotos divulgadas por radicais islâmicos supostamente mostram a execução de dezenas de soldados iraquianos por militantes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL) na província de Saladino, no norte do Iraque. Os radicais se vangloriaram no Twitter que teriam executado 1.700 soldados, informou o jornal "The New York Times".

A veracidade das fotos não foi verificada, e funcionários do governo lançaram dúvidas se uma execução em massa realmente ocorreu. Ao mesmo tempo, houve relatos de um grande número de funerais em Saladino.
Ainda de acordo com o jornal, se a afirmação for verdadeira, seria a maior atrocidade em massa da Síria ou do Iraque nos últimos anos, superando até os ataques de armas químicas em Damasco no ano passado, que mataram 1.400 pessoas e foram atribuídas ao governo sírio.
Este último ataque também aumentaria a chance de uma guerra genocida no Iraque, porque os insurgentes se gabaram de que suas vítimas seriam todos xiitas. Segundo o jornal, isso poderia dar início a uma série de assassinatos de represálias de xiitas e sunitas.
Uma imagem enviada em 14 junho de 2014 no site jihadista Welayat Salahuddin supostamente mostra militantes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL) durante uma execução de dezenas de membros das forças de segurança iraquianas capturados (Foto: AFP Photo/HO/Welayat Salahuddin)Uma imagem enviada em 14 junho de 2014 no site jihadista Welayat Salahuddin supostamente mostra militantes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL) durante uma execução de dezenas de membros das forças de segurança iraquianas capturados (Foto: AFP Photo/HO/Welayat Salahuddin)Imagem supostamente mostra militantes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL) durante execução de dezenas de membros das forças de segurança iraquianas capturados (Foto: AFP/HO/Welayat Salahuddin)
Uma imagem enviada em 14 junho de 2014 no site jihadista Welayat Salahuddin supostamente mostra militantes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL) durante uma execução de dezenas de membros das forças de segurança iraquianas capturados (Foto: AFP Photo/HO/Welayat Salahuddin)Imagem supostamente mostra militantes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL) durante execução de dezenas de membros das forças de segurança iraquianas capturados (Foto: AFP/HO/Welayat Salahuddin)
Uma imagem enviada em 14 junho de 2014 no site jihadista Welayat Salahuddin supostamente mostra militantes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL) durante uma execução de dezenas de membros das forças de segurança iraquianas capturados (Foto: AFP Photo/HO/Welayat Salahuddin)Imagem supostamente mostra militantes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL) durante execução de dezenas de membros das forças de segurança iraquianas capturados (Foto: AFP/HO/Welayat Salahuddin)