Para responderem melhor à epidemia de Ébola, os Estados Unidos
aumentaram o nível de alerta para “1″, o mais elevado. A Organização
Mundial de Saúde pondera declarar uma emergência mundial.
A Organização Mundial da Saúde vai reunir na semana que vem um painel de especialistas médicos para debater a ética no uso de tratamentos experimentais para combater o surto de ebola na África Ocidental.
Atualmente não há nenhum remédio ou vacina contra o vírus da doença, mas existem várias opções experimentais sendo desenvolvidas.
Situação Inusitada
A diretora-geral assistente da OMS, Marie-Paule Kieny, disse que “o mundo está numa situação inusitada com uma doença com alto índice de mortalidade e sem qualquer tratamento ou vacina”.
Ela explicou que “os especialistas em ética devem guiar a comunidade médica sobre a forma de ação responsável nestes casos”.
Tratamento
Dois americanos que trabalham para a organização de ajuda Samaritan’s Purse, na África Ocidental, estão internados num hospital de Atlanta, nos Estados Unidos, recebendo um tratamento experimental contra o ebola.
A OMS diz que isso levantou algumas dúvidas sobre se um remédio que nunca foi testado em seres humanos deveria ser utilizado durante uma epidemia.
Além disso, discute-se também que dada a pouca quantidade do medicamento experimental disponível, se usado, quem deveria recebê-lo?
Avaliação
Segundo a Organização Mundial da Saúde, o padrão para a avaliação de um novo remédio envolve uma série de testes em humanos.
Os especialistas explicam que esses testes começam em pequenos grupos de pessoas para que se possa ter certeza de que o medicamento é seguro.
Numa segunda etapa, aumenta-se o número de testados para se avaliar a eficácia do remédio e como ele deve ser utilizado.
O guia sobre novos medicamentos tem como princípio evitar qualquer mal causado pelo remédio. A OMS explica que a segurança é a preocupação principal das autoridades.
A Organização Mundial da Saúde vai reunir na semana que vem um painel de especialistas médicos para debater a ética no uso de tratamentos experimentais para combater o surto de ebola na África Ocidental.
Atualmente não há nenhum remédio ou vacina contra o vírus da doença, mas existem várias opções experimentais sendo desenvolvidas.
Situação Inusitada
A diretora-geral assistente da OMS, Marie-Paule Kieny, disse que “o mundo está numa situação inusitada com uma doença com alto índice de mortalidade e sem qualquer tratamento ou vacina”.
Ela explicou que “os especialistas em ética devem guiar a comunidade médica sobre a forma de ação responsável nestes casos”.
Tratamento
Dois americanos que trabalham para a organização de ajuda Samaritan’s Purse, na África Ocidental, estão internados num hospital de Atlanta, nos Estados Unidos, recebendo um tratamento experimental contra o ebola.
A OMS diz que isso levantou algumas dúvidas sobre se um remédio que nunca foi testado em seres humanos deveria ser utilizado durante uma epidemia.
Além disso, discute-se também que dada a pouca quantidade do medicamento experimental disponível, se usado, quem deveria recebê-lo?
Avaliação
Segundo a Organização Mundial da Saúde, o padrão para a avaliação de um novo remédio envolve uma série de testes em humanos.
Os especialistas explicam que esses testes começam em pequenos grupos de pessoas para que se possa ter certeza de que o medicamento é seguro.
Numa segunda etapa, aumenta-se o número de testados para se avaliar a eficácia do remédio e como ele deve ser utilizado.
O guia sobre novos medicamentos tem como princípio evitar qualquer mal causado pelo remédio. A OMS explica que a segurança é a preocupação principal das autoridades.







