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Uma menina de 11 anos foi estuprada e morta a facadas no tórax, na noite de quarta-feira, em Suzano.
O
crime aconteceu dentro da casa onde a jovem Fernanda Moral residia, na
Rua Beatriz Sebastião de Souza, no Jardim Novo Colorado. Parentes
acreditam que o criminoso possa ser conhecido da família. Isso porque, a
casa sempre ficava fechada e não havia sinais de arrombamento.
O
corpo da jovem foi encontrado por volta das 21 horas pela mãe, Maria
Aparecida Vicente de Souza, de 33 anos, e pelo padrastro, André Graciano
de Souza, de 35 anos, que chegavam juntos dos respectivos trabalhos.
Fernanda foi encontrada pela mãe embaixo da cama do irmão. Especula-se
que, depois de ter sido ferida, a menina tentou se refugiar.
Desesperados,
os parentes levaram a menina ao Pronto-Socorro (PS) Municipal com a
esperança de salvá-la. No entanto, o médico que atendeu a família
constatou que a garota já estava morta.
O corpo da vítima foi
sepultado ontem à tarde no Cemitério Colina dos Ipês, no mesmo bairro
citado, sob uma mistura de forte emoção e revolta de amigos e
familiares. A Polícia Civil já investiga a autoria do crime.
Em
conversa com o padrastro da adolescente durante o velório, que aconteceu
no Centro, o DS apurou que a perícia teria encontrado material
biológico embaixo das unhas de Fernanda. “Parece-me que encontraram fio
de cabelo e pele”, observou Souza.
O padrastro e familiaresmenina
também confirmaram que uma camisinha teria sido encontrada na casa. O
material recolhido poderá ser essencial para a polícia encontrar o autor
do crime.
Conforme a madrastra da adolescente, Daiane Ortiz Moral,
de 26 anos, detalhou, Fernanda ficou em casa sozinha após a irmã de 15
anos ter ido para a escola. Isso teria acontecido por volta das 19h40. A
irmã, inclusive, disse à reportagem que pediu a ela que trancasse o
portão. Tanto é que só depois de tê-lo fechado com cadeado, foi embora.
‘CONHECIDO’ Familiares acreditam que o autor do crime conhecia
a rotina da família. O pai da vítima, Fernando Moral, de 32 anos,
reforçou ainda que há chances do criminoso ser conhecido dos parentes.
A
justificativa do pai leva em conta o fato da casa onde a filha morava
não ter sido arrombada. Quando a mãe e o padratro de Fernanda chegaram
ao local, encontraram o portão e a porta abertos, sem sinais de rupturas
bruscas.
“Não tinha como alguém entrar pulando. Tem um bar em
frente e uma lanchonete também”, observou. Ao mesmo tempo, Moral
acredita que o autor do assassinato da filha deve ter sido visto por
alguém entrando na residência.
No entanto, uma ou mais testemunhas
poderiam estar com medo de denunciar à polícia. Uma das tias da gatora,
Cristiane Moral, clamou aos choros por justiça. “Que alguém ligue e
denuncie à polícia”, destacou, em desespero. Segundo a mulher, a família
está “destruída”.
181 Dados que possam ajudar a solucionar o caso podem ser repassados ao Disque-Denúncia (181).